
Uma arquitectura visionária requer sempre um bom plano das suas fundações!! A arquitectura orientada para serviços procura resolver a rigidez das relações entre os sistemas IT e os processos ao desdobrar as aplicações IT em serviços modulares e reutilizáveis. Estes serviços podem ser orquestrados em processos técnicos, capacitando o mapeamento de workflows de negócio nos sistemas. Quando um processo é alterado, a orquestração do serviço técnico é ajustada e executada em conformidade. A chave aqui é a implementação IT célere e facilitada de novos workflows de negócio. Potenciar os benefícios do SOA requer a documentação dos processos de negócio a suportar, caso contrário, os processos do serviço técnico poderão não estar alinhados às necessidades do utilizador. Esta é uma das razões porque os processos são essenciais quando se planeia uma abordagem SOA. O service browser facilita a identificação dos serviços para automatização das actividades de negócio. Uma vez que os serviços estão ligados a actividades de negócio nos modelos ARIS, podem ser gerados automaticamente processos executáveis BPEL. Depois de exportados, os processos BPEl podem ser executados em plataformas como IBM WebSphere, Oracle SOA Suite, BEA WebLogic e SAP XI. A combinação dos domínios do negócio e sistemas em ARIS revela as interdependências e capacita uma intervenção informada. Um click de rato mostra que serviço é usado em que processo. Assim, se um serviço falha, há sempre uma forma rápida de descobrir que processo é impactado e quem precisa de ser informado, no que respeita às responsabilidades comercial e IT. Por todas estas razões, o SOA acaba como começa - suportando os processos de negócio.
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